sábado, 16 de novembro de 2013

História do Colégio Evangélico de Panambi

HISTÓRIA DO COLÉGIO EVANGÉLICO DE PANAMBI.
A convite do Dr. Hermann Meyer ,fundador e colonizador da Colônia de Neu-Wünttemberg, chegou a esta colônia em novembro de 1902 o casal e pastor Hermann e Maria Faulhaber , vindo da Alemanha.
Em 07 de janeiro de 1903 foi fundado a escola reunindo apenas 36 crianças. O primeiro currículo apresentava as seguintes disciplinas: leitura, Caligrafia, Aritmética, Canto, Religião, Educação física, História, Geografia e Alemão. Apenas em 1905 foram incluídas as disciplinas de Português e Ciências Naturais.
A primeira classe composta por 20 alunos com idade entre 6 e 14 anos sabiam escrever e ler as vogais e calcular ( soma e subtração) com números de 1 a 10. Outra classe com 16 alunos restantes sabiam ler e escrever, além das vogais as consoantes até a letra m e calcular ( soms e subtração) com números de 1 a 20. A educação era precária, que para ensinar matemática foi necessário usar elementos do cotidiano da colônia como sacos de batata, milho e trigo, cabeças de porco e de galinha.
Em 1920 foi instalado o internato masculino, atendendo à necessidade de possibilitar o estudo a alunos que morassem em outras localidades distantes. Em 1926 o trágico falecimento do pastor Hermann Faulhaber   consternou a toda população. O primeiro  livro foi editado em 1933, totalmente em língua , impresso em STTUGART, Alemanha.
A primeira escola foi feita de madeira, com telhas de barro. Só em 16 de maio de 1935 é que foi concluído  o edifício de alvenaria.
Em 1939 a escola se viu obrigada a fechar suas portas por força da 2ª guerra mundial . Em janeiro de 1945, o engenheiro Walter Faulhaber pôde anunciar que havia registrado em Porto Alegre a nova escola, com o nome de Escola Sinodal Tobias Barreto. Criando a rede Sinodal de ensino até o início da década de 1980. Em 15 de novembro de 1961 também foi inaugurado o prédio de alvenaria para o internato masculino, onde nos dias atuais se encontra a secretária, biblioteca e demais salas de estudo. Também nesta mesma data foi criado o salão nobre do Colégio Evangélico, que se localiza até nos dias de hoje.

Em 1968 teve o edifício principal, onde contou com a criação de oficinas
da Escola industrial em 20 de maio de 1968. As aulas eram práticas e teóricas , usavam as maquinas do senai que eram parceira com o Cep.
Os professores, eram técnicos mecânicos e tinham experiências em fábricas, não eram engenheiros formados. 

Algumas imagens do antes e dos dias atuais.




Imagem do internato masculino, hoje é o prédio da secretaria e biblioteca.




Rede Sinodal, primeira turma de alunos.



Sala de aula.


 Pátio do Colégio Evangélico




 Prédio do Colégio onde se encontra o salão nobre.



Logomarca da Escola.

   
                                                                       



Alunas;
Lucélia Kehl
Marta de Camargo 
Dorelise Hengemam




Surgimento e História da Primeira Escola de Condor

Em meados de 1910, segundo relatos de moradores antigos, existiam em Condor duas escolas alemãs, uma na cidade e outra no interior (Rincão), as quais não constam em registros.

Em 1912, Hermann Faulhaber, administrador da Colonia Neu-Wurttemberg (hoje Condor), preocupado com um programa e metodologia de ensino adequado, convoca uma reunião para a construção de uma Escola, a Escola Palmeira Schule.

O primeiro professor da escola Palmeira Schulle foi Cristian Meinzolt, iniciando suas atividades em 07 de Outubro de 1912 até meados de 1920, no início ainda não havia um prédio escolar. As aulas eram realizadas em casas particulares. Escola e Igreja sempre estavam interligadas, onde pastores atuaram nas escolas e professores prestaram serviços a Igreja. O prédio desta escola foi inaugurado em 15 de fevereiro de 1914, era oferecido estudo da primeira a sétima série.

Em Outubro de 1920 Otto Friedrich Albrecht, natural da Alemanha, desempenhou a função de professor desta escola, onde lecionava todas as disciplinas em língua alemã. Após aproximadamente um ano introduziu aulas de língua portuguesa. Ocuparam lugar de destaque no seu trabalho a música e o canto, formou uma orquestra de gaita de boca na qual ele acompanhava com violino, contando com mais de trinta componentes, foram reconhecidos em toda região.

Algumas curiosidades desta época são que o ano letivo iniciava em Outubro, as férias de natal eram de aproximadamente três semanas, as férias de páscoa iam da quinta-feira santa até quarta feira posterior, e as férias da época de plantação consistiam em três semanas, iniciavam em setembro até início de outubro.

Durante a Segunda Guerra Mundial, desde 1942 até fevereiro de 1945, a escola esteve desativada. Em março de 1946, foi resolvido em assembléia a venda da propriedade escolar e a construção de uma nova escola ao lado do templo da Igreja Evangélica, onde foi realizada a filiação da sociedade escolar ao Sínodo Riograndense. Em 20 de abril de 1947 foi inaugurada a nova escola. Em 25 de Setembro de 1953 a entidade passa a ser denominada Sociedade escolar Sete de Setembro.

Esta Sociedade era uma escola particular, e a cada dez alunos matriculados havia uma vaga para crianças carentes da localidade.

Em 1970 foi implantado uma reforma de ensino em Condor, na qual o prédio da escola foi emprestado ao Estado, onde o pagamento dos professores passou a ser de responsabilidade  pública, já em 1972 foram enceradas as atividades escolares por causa de dificuldades financeiras e outras séries de argumentos da época, com isso o seu patrimônio social foi passado a Comunidade Evangélica de Condor, a partir daí funcionam neste local aulas de ensino confirmatório, culto infantil, reuniões entre demais atividades até os dias de hoje.Neste período os alunos foram encaminhados para outras escolas, a grande maioria para a Escola Agostinha Dill.
Escola Palmeira-Schule
Escola Estadual de Ensino Médio Agostinha Dill

Esta escola recebe este nome em virtude de sua primeira professora ser Agostinha Dill, mas nem sempre teve este nome. Em 1921 Agostinha Dill foi nomeada para exercer o cargo de professora da primeira escola publica da então vila Sete de Setembro (hoje Condor), em 21 de março de 1930 foi exonerada do cargo de professora municipal para exercer o cargo de professora estadual. Agostinha Dill iniciou suas atividades no salão de Elizabeth Toebe localizado na atual rua do comércio, após alugou uma casa de moradia na mesma rua, da qual uma repartição maior serviu como sala de aula. Em 1924 o casal José Pedro Dill e Agostinha Dill construiu uma casa localizada na atual praça Pedro Gaertner, na qual novamente funcionou a Escola Municipal Isolada Santa Terezinha. Em 1940, a Escola passou a funcionar no salão Pedro Gaertner, pouco tempo depois ainda na primeira metade da década de 40 voltou a funcionar num prédio de madeira onde hoje se localiza a praça, e dali em 21 de Abril de 1960 foi transferida para um prédio de madeira (Brizoleta), localizado no terreno onde ainda está situada atualmente a Agostinha Dill. Mais tarde os prédios foram ampliados. Atualmente, o espaço físico da escola oferece a possibilidade de funcionamento de doze turmas simultâneas, oferecendo o ensino da pré-escola até o terceiro ano do ensino médio.

Brizoloteca
Como citado anteriormente, em 1930 Agostinha Dill passou a exercer o cargo de professora estadual, mas a escola pública estadual foi criada  oficialmente em 13 de Agosto de 1940. Em 1966 , sua denominação é alterada para Grupo Escolar da Sede, e em 25 de janeiro de 1978 passou a ser denominada Escola Estadual de Primeiro Grau Agostinha Dill, no ano seguinte foi criada a Escola Estadual de 1 e 2 Graus Agostinha Dill.

É importante destacar que nos anos de 1975 a 1980 essa escola abrigou uma extensão do curso técnico de contabilidade do Colégio Evangélico de Panambi.

A Escola além de sua estrutura, conta com uma biblioteca, laboratório, laboratório de informática, refeitório, ginásio de esportes, parquinho de diversões, sala de vídeo.

Escola Agostinha Dill

Escola Agostinha Dill

Pátio Interno da Escola Agostinha Dill
Alisson Rogério Relly
Angélica Macedo
Daniela Cristina Strücker
Deisi Springer Pott
Odete Kreitlow Lobell

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Inicio do ciclo escolar em panambi



Panambi - Eixo Geometrias: Tratamento Analítico CLMD/UFPEL

Inicio do ciclo escolar na cidade de Panambi

Nosso grupo é formado pelos alunos Cristiano, Edson Steinhorst, Fabiano Heusner e Marla Portes. Inicialmente iremos ilustrar alguns dados de nossa cidade.
Panambi é um município do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 28º 17' 33" sul e a uma longitude 53º 30' 06" oeste, estando a uma altitude de 418 metros. Sua população estimada em 2004 era de 34 268 habitantes. Possui uma área de 491,48 km². Situa-se no Planalto Rio-Grandense. Possui um campus da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, cuja reitoria se localiza em Ijuí. Em 2010, recebeu campus do Instituto Federal Farroupilha, com investimentos na ordem de 5 000 000 de reais em prédios para a instalação de quatro cursos superiores gratuitos. O município é conhecido pelas alcunhas de "Cidade das Máquinas" e "Vale das Borboletas Azuis". "Cidade das máquinas" foi um cognome recebido em 1945.
Panambi é terra natal da modelo Caroline Trentini, do religioso luterano Elio Eugênio Müller e da modelo e apresentadora Francine Piaia.
  





HISTÓRIA

Até o advento dos colonizadores de origem europeia, a partir do século XVI, a região atualmente ocupada pelo município era habitada por índios guaranis e caingangues.
A origem da atual cidade foi a compra de terras do município de Cruz Alta por um alemão, trazendo colonos da mesma origem que já estavam no Rio Grande do Sul. Assim, em 1899, foi fundada a colônia Neu-Wurtemberg.
Somente em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, vieram, para a região, colonos naturais de Wurtemberg, na Alemanha. Eram 178 famílias.
A colonização chamada de Neu Würtemberg ("Nova Wurtemberg") foi obra de um cidadão da Alemanha, Hermann Meyer, que, em expedição realizada ao Mato Grosso, tomou conhecimento através de Carlos Dhein da existência de terras férteis no Rio Grande do Sul e, para promover os trabalhos da colonização, mantinha aqui um administrador remunerado, o próprio Carlos Dhein.
A colonização tinha em vista imigrantes de Württemberg, na Alemanha, mas sabe-se que a grande ocupação posterior foi feita por famílias das antigas colônias da região de Estrela e Santa Cruz.
Em 1901, a cidade de Neu Würtemberg trocou sua denominação para Elsenau, em homenagem à esposa de Hermann Meyer, que se chamava Else. Em 1938, a cidade trocou seu nome para Pindorama. Em 1944, passou a chamar-se Tabapirã. No mesmo ano, adotou seu atual nome, Panambi.
Em 15 de dezembro de 1954, a cidade conseguiu sua emancipação de Cruz Alta e Palmeira das Missões7 .



 

 



COLÉGIO EVANGÉLICO PANAMBI
CEP

Histórico



A história do Colégio Evangélico Panambi inicia no ano de 1902, quando em novembro daquele ano vieram da Alemanha o pastor Hermann Faulhaber e sua esposa.
Em culto festivo o Pastor Faulhaber convidou todos os pais de crianças em idade escolar para uma reunião onde ficou estabelecida a criação de uma escola, determinando que as atividades de ensino deveriam iniciar logo.
No dia 07 de janeiro de 1903 a escola foi oficialmente instalada onde compareceram 36 crianças, divididas em dois grupos.
A classe elementar ficou sob a orientação da senhora Maria Faulhaber e o pastor Hermann Faulhaber ficou responsável pela 2ª classe. As aulas foram ministradas em duas salas da Casa Pastoral.




No dia 08 de fevereiro de 1903 foi inaugurado o 1º prédio escolar. Estava consolidada a Stadtplatzschule Elsenau.
Em 1935 e escola passou a funcionar em prédio novo, desta vez de alvenaria, sempre com a ajuda efetiva da comunidade.
A fim de contornar a situação instável criada pelos acontecimentos que precederam a 2ª Guerra Mundial a escola, em 1939 foi transformada em "Grupo Escolar" e seu prédio foi cedido ao governo estadual.
Em 1944, mais uma vez, os inquietos membros da Comunidade Evangélica, movimentaram-se para reorganizar uma escola primária.
Em 1945 reiniciaram as aulas em outro prédio com a denominação de "Escola Sinodal Tobias Barreto". Neste mesmo ano, a OASE (Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas), percebeu a necessidade de instalar um Jardim da Infância junto à escola, comprometendo-se em oferecer todas as condições econômicas para que o mesmo funcionasse, obra que beneficiou inúmeras crianças.
Continuando na luta por um ensino mais especializado, e pela devolução do prédio cedido ao governo estadual, a comunidade buscou meios para que isso ocorresse. No dia 13 de janeiro de 1947 as chaves foram devolvidas e surge o "Ginásio Evangélico Panambi", sendo o 1º curso ginasial da região serrana.
Foram sucedendo novos marcos importantes na história, novos tempos o exigiam e novos cursos foram surgindo, como o Curso Técnico de Contabilidade (1955), Curso Ginasial de Comércio (1962), Curso Científico (1966), a Escola Industrial.
A escola foi ampliada, foi construído o Internato, o Salão Nobre, o Ginásio de Esportes e tantas outras obras, sempre na ânsia de melhorar o ensino.
Sendo Panambi uma cidade com vocação industrial, e atendendo a necessidade de recursos humanos especializados foi criado em 1981 o curso Técnico em Mecânica através de uma integração entre empresas e Escola.
Surge o curso Técnico em Eletrotécnica (1988), o curso de Segurança do Trabalho (1992) e o curso de Processamento de Dados (1994).
Com auxilio do MEC e com verbas do Programa de Expansão da Educação Profissional (PROEP) no ano de 2001 foi inaugurado o Centro Tecnológico e de Formação Profissional do CEP.
Foram criados outros cursos profissionalizantes como Técnico em Informática, Técnico em Produção, Técnico em Instalações, Técnico em Manutenção, Técnico em Automação Industrial - Mecatrônica.
A história do CEP é muito rica, e ela se renova constantemente. Deixar registrado um pouco desta história é render tributo a todos que com coragem, sabedoria e idealismo escreveram, desde seu primeiro dia até os dias de hoje, essa história.
Usando uma metodologia dinâmica e funcional através da vivência e da construção do conhecimento, o aluno é levado a trabalhar sua globalidade e identidade, como um ser atuante e crítico em sintonia com a sociedade. A sólida imagem do Colégio Evangélico Panambi tem suas raízes também no entusiasmo e na união entre direção, professores, pessoal administrativo, pais e alunos. Atuando há quase cem anos na área educacional, a escola oferece um qualificado método de ensino globalizado, ministrando diversos cursos em um só espaço físico, o que vem a se tornar uma tendência mundial de aprendizado. O Colégio Evangélico Panambi visa valorizar a formação de ideias, reflexão e análise crítica, preparando o aluno para aprender continuamente a fim de enfrentar situações de mudanças, tomar iniciativas e encontrar soluções criativas. Nossa metodologia difere-se da tradicional, levando o aluno a participar e vivenciar de forma global. O aluno é agente ativo no processo de aprendizagem, aprendendo a aprender.
O Colégio Evangélico Panambi tem seu ensino calcado dentro de um processo gradual em que a criança vai se capacitando em níveis cada vez mais elevados. Usando uma metodologia dinâmica e funcional através da vivência e da construção do conhecimento, o educando é levado a trabalhar sua globalidade e identidade, comum ser atuante e crítico em sintonia com a sociedade. A certeza do bom aprendizado pode ser constatada a partir do momento em que o aluno vivencia todo este processo educacional.